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Montijo, Terra de Encontro
Nas margens calmas do Tejo,
Montijo se ergue, fiel,
Com campos que o vento beija,
E o céu pintado em pastel.
Entre vinhedos e cortiça,
Ecoa a voz do lugar,
Onde o rio abraça a terra,
E as aves vêm repousar.br
Nas ruas de história antiga,
Memórias vão a bailar,
Cada esquina conta histórias,
De quem veio e ficou a amar.
Montijo, terra de encanto,
Onde o passado e o presente,
Se unem em suave canto,
No coração de sua gente.